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	<title>Marketing Future Cast Lab</title>
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		<title>Conferência New Trends for New Times</title>
		<link>https://futurecastlab.pt/conferencia-new-trends-for-new-times/</link>
				<pubDate>Thu, 21 Oct 2021 12:32:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Frederico Valarinho]]></dc:creator>
		
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				<description><![CDATA[<p>Uma vez mais, o Grande Auditório do ISCTE-IUL, recebeu a conferência anual do Marketing FutureCast Lab, este ano subordinada ao tema &#8220;New Trends for New Times&#8221;. Para além da apresentação das novas tendências de marketing e de gestão este ano identificadas e desenvolvidas pelo laboratório e dos outros trabalhos levados a cabo para as empresas&#8230;</p>
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<p>Uma vez mais, o Grande Auditório do ISCTE-IUL, recebeu a conferência anual do Marketing FutureCast Lab, este ano subordinada ao tema &#8220;New Trends for New Times&#8221;.</p>



<p>Para além da apresentação das novas tendências de marketing e de gestão este ano identificadas e desenvolvidas pelo laboratório e dos outros trabalhos levados a cabo para as empresas do consórcio, que coube a Vicente Rodrigues, membro do Conselho Científico do Marketing FutureCast Lab, e a Frederico Valarinho, <em>senior researcher</em> do laboratório, o evento teve muitos outros motivos de interesse.</p>



<p>Luiz Moutinho, mentor e co-fundador do Marketing FutureCast Lab, fez uma apresentação intitulada &#8220;Which Company Values for New Times&#8221;, em que defendeu a necessidade, por parte das organizações, de cada vez mais se identificarem com os valores dos consumidores, para criar com estes laços de maior proximidade e confiança.</p>



<p>Já na segunda parte do programa, Pedro Dionísio, membro do Conselho Científico do laboratório, conduziu um painel sobre &#8220;Implementação de Novas Estratégias Empresariais no Pós-Covid&#8221;, que contou com a participação de Gonçalo Rebelo de Almeida, do Grupo Vila Galé, Francisco Matos Chaves, da Altice, Luís d&#8217;Eça Pinheiro, da Brisa &#8211; Via Verde, Rodrigo Esteves, da MDS Seguros, e José Luís Barbajosa,da Norauto.</p>



<p>Seguiu-se um dos momentos mais emotivos da conferência, protagonizado pelo Vice-Almirante Gouveia e Melo, ex-coordenador da task-force para a vacinação contra a Covid-19. Falando sobre como foi possível concretizar a implementação de ações para atingir os objetivos, Gouveia e Melo apresentou aos presentes a sua experiência pessoal numa tarefa extremamente exigente, que guindou Portugal à posição de exemplo internacional de eficácia ao nível da vacinação.</p>



<p>A última intervenção deste evento coube a João Dias, administrador do AICEP, que falou sobre a Marca Portugal e as estratégias inovadoras que estão a ser implementadas para fortalecer a imagem do nosso país depois da Covid-19.</p>
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		<title>Trends in Socio-Economic Pandemic</title>
		<link>https://futurecastlab.pt/trends-in-socio-economic-pandemic/</link>
				<pubDate>Tue, 02 Feb 2021 11:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Frederico Valarinho]]></dc:creator>
		
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				<description><![CDATA[<p>O Marketing FutureCast Lab disponibilizou já aos membros do consórcio o relatório Trends in Socio-Economic Pandemic, que inclui nove tendências identificadas já durante a pandemia da COVID-19 e que podem ter impacto na vida das empresas. As tendências incluídas neste relatório são: Mission-Driven Creative Entrepreneurs Organizations, Companies and Brands as Society Wellbeing Companions After the&#8230;</p>
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<p>O Marketing FutureCast Lab disponibilizou já aos membros do consórcio o relatório <em>Trends in Socio-Economic Pandemic</em>, que inclui nove tendências identificadas já durante a pandemia da COVID-19 e que podem ter impacto na vida das empresas.</p>



<p>As tendências incluídas neste relatório são:</p>



<ul><li><em>Mission-Driven Creative Entrepreneurs</em></li><li><em>Organizations, Companies and Brands as Society Wellbeing Companions</em></li><li><em>After the Cocooned Life</em></li><li><em>Outsourcing + Telecommuting</em></li><li><em>Beneficial Artificial Intelligence</em></li><li><em>The Internet of Me</em></li><li><em>The Future of Work</em></li><li><em>Marketing with (More) Value</em></li><li><em>The Quest for an Easier Shopping</em></li></ul>



<p>Os <em>digests</em> de todas estas tendências estão já disponíveis para <em>download</em> na área reservada do site.</p>
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		<title>Gestão no Pós-Covid 19</title>
		<link>https://futurecastlab.pt/gestao-no-pos-covid-19/</link>
				<pubDate>Fri, 27 Nov 2020 11:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Frederico Valarinho]]></dc:creator>
		
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				<description><![CDATA[<p>Em tempos absolutamente extraordinários, mantenha uma visão atenta sobre os tempos e a gestão no pós-covid 19, com dezenas de tendências e exemplos inspiradores. Um livro disponível aqui</p>
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<p>Em tempos absolutamente extraordinários, mantenha uma visão atenta sobre os tempos e a gestão no pós-covid 19, com dezenas de tendências e exemplos inspiradores. Um livro disponível <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.primebooks.pt/produto/gestao-pos-covid?fbclid=IwAR0YPgT_p_oPn6rOKpDVuhFHFPadcB3jGa2fQtXjj9fJpq1PsxZt8d2aYq0" target="_blank">aqui</a></p>
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		<title>80% das empresas portuguesas mantiveram prazos de pagamento</title>
		<link>https://futurecastlab.pt/80-das-empresas-portuguesas-mantiveram-prazos-de-pagamento/</link>
				<pubDate>Wed, 01 Jul 2020 09:44:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Frederico Valarinho]]></dc:creator>
		
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				<description><![CDATA[<p>O estudo sobre compras e vendas das empresas portuguesas no período após o estado de emergência, integrado no Projeto Sinais Vitais, que o Marketing FutureCast Lab está a desenvolver em parceria com a CIP &#8211; Confederação Empresarial de Portugal, identificou que 29% das empresas sentiram dificuldades, no passado mês de maio, para adquirir produtos e&#8230;</p>
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								<content:encoded><![CDATA[
<p>O estudo sobre compras e vendas das empresas portuguesas no período após o estado de emergência, integrado no <strong>Projeto Sinais Vitais</strong>, que o Marketing FutureCast Lab está a desenvolver em parceria com a CIP &#8211; Confederação Empresarial de Portugal, identificou que <strong>29% das empresas sentiram dificuldades, no passado mês de maio, para adquirir produtos e serviços fundamentais</strong> à sua laboração mas, ainda assim, <strong>80% garantem ter conseguido manter os prazos de pagamento</strong>. Mesmo entre as 19% que se viram na necessidade de alargar esses prazos, a média foi de 34 dias &#8211; portanto não se tratou de um aumento muito significativo.</p>



<p>No que às vendas diz respeito, o cenário das empresas nacionais não foi favorável. De facto, <strong>76% das respondentes dizem ter visto as suas vendas diminuírem</strong> face ao período homólogo de 2019, cifrando-se a média dessa quebra em 49%. Ainda assim, houve 7% de casos em que as vendas cresceram significativamente, com a média a atingir os 31%. Em três quartos das situações, as vendas de maio foram apenas para clientes habituais, mas <strong>25% das empresas participantes no estudo afirmam estar a vender a novos clientes</strong>, com esses clientes a representarem, em Maio, 15% do total de vendas. O recurso com sucesso a novos canais, nomeadamente online e vendas diretas, foi mencionado por apenas 8% das empresas, tendo essas afirmado que, em média, conseguiram aumentar as vendas em 54%.</p>



<p>Já em relação aos prazos de recebimento dos clientes, 64% dos inquiridos disseram ter conseguido mantê-los, enquanto 34% registaram aumentos que se cifraram, em média, nos 38 dias.</p>



<p>A apresentação integral dos resultados deste estudo pode ser vista na página do Marketing FutureCast Lab no <a href="https://www.linkedin.com/company/42771638">LinkedIn</a>.</p>
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		<title>Conferência Sinais Vitais discute futuro das empresas</title>
		<link>https://futurecastlab.pt/conferencia-sinais-vitais-discute-futuro-das-empresas/</link>
				<pubDate>Mon, 29 Jun 2020 12:15:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Frederico Valarinho]]></dc:creator>
		
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				<description><![CDATA[<p>Organizada pelo Marketing FutureCast Lab, em parceria com a CIP &#8211; Confederação Empresarial de Portugal e patrocinada pela Altice, decorreu no Grande Auditório do ISCTE a Conferência Sinais Vitais &#8211; Aceleração Rumo ao Futuro. Em formato misto, aliando a parte presencial à transmissão online, o evento contou com a participação de mais de 500 pessoas&#8230;</p>
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								<content:encoded><![CDATA[
<p>Organizada pelo Marketing FutureCast Lab, em parceria com a CIP &#8211; Confederação Empresarial de Portugal e patrocinada pela Altice, decorreu no Grande Auditório do ISCTE a <strong>Conferência Sinais Vitais &#8211; Aceleração Rumo ao Futuro</strong>. Em formato misto, aliando a parte presencial à transmissão online, o evento contou com a participação de mais de 500 pessoas para discutir o futuro das empresas portuguesas.</p>



<p>Com a abertura a cargo do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, e o encerramento a caber a Pedro Siza Vieira, Ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, a conferência contou ainda com a participação de Maria de Lurdes Rodrigues, Reitora do ISCTE, e António Saraiva, Presidente da CIP.</p>



<p>Um debate moderado por Pedro Dionísio, do Conselho Científico do Marketing FutureCast Lab, envolveu Nuno Nunes, administrador da Altice Empresas, Rui Miguel Nabeiro, CEO da Delta Cafés, Carlos Coelho, presidente da Ivity, e Filipe Nery, CMO da 360imprimir, que discutiram as respostas que as respetivas empresas deram ao inesperado cenário de crise motivado pela Covid-19 e apresentaram ideias sobre aquilo que pode vir a ser o futuro.</p>



<p>Do programa fez parte, ainda, uma apresentação de algumas das tendências desenvolvidas pelo laboratório ao longo dos seus 12 anos de atividade e da forma como podem ser relevantes para as empresas, que coube a Hélia Gonçalves Pereira, e um sobrevoo do estudo sobre diversificação das empresas, integrado no Projeto Sinais Vitais, que o Marketing FutureCast Lab está a levar a cabo em parceria com a CIP, apresentado por Vicente Rodrigues.</p>



<p>A conferência está disponível para visualização na íntegra no canal Youtube do ISCTE Executive Education, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=Vi3k5Br-cpc">aqui</a>.</p>
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		<title>Sinais Vitais: Empresas diversificam-se para enfrentar a pandemia</title>
		<link>https://futurecastlab.pt/sinais-vitais-empresas-diversificam-se-para-enfrentar-a-pandemia/</link>
				<pubDate>Mon, 15 Jun 2020 13:24:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Frederico Valarinho]]></dc:creator>
		
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				<description><![CDATA[<p>Muitas empresas portuguesas diversificaram os seus produtos e serviços, mercados e formas de venda para enfrentar a pandemia de Covid-19 e, na sua maioria, sem necessidade de recorrer a fundos públicos para o fazer. Esta é uma das principais conclusões de mais um estudo incluído no Projeto Sinais Vitais, que o Marketing FutureCast Lab está&#8230;</p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[
<p>Muitas empresas portuguesas diversificaram os seus produtos e serviços, mercados e formas de venda para enfrentar a pandemia de Covid-19 e, na sua maioria, sem necessidade de recorrer a fundos públicos para o fazer. Esta é uma das principais conclusões de mais um estudo incluído no Projeto Sinais Vitais, que o Marketing FutureCast Lab está a desenvolver com a CIP &#8211; Confederação Empresarial de Portugal e que contou com a participação de 652 empresas de todos os setores de atividade.</p>



<p>No total, e em termos de diversificação, 19% das empresas inquiridas apostaram em diversificar os seus produtos e serviços para irem ao encontro das necessidades do mercado. Isto aconteceu, sobretudo, em empresas industriais, sendo que a produção ou comercialização ligada à saúde registou um peso significativo, cifrando-se em 21% das vendas totais, com os equipamentos de proteção a serem os mais referenciados. Fora da área da saúde, o <em>software</em> foi o produto em que se registaram maiores apostas. De referir, ainda, que embora a maior parte dos projetos de diversificação tenha sido de produção autónoma das empresas participantes, registou-se um peso significativo nas parcerias, tanto nos produtos de saúde como nas outras áreas.</p>



<p>Já no que respeita à diversificação dos canais e formas de venda, esta foi uma opção para 18% das empresas inquiridas. Graças à opção por formas de venda não habituais (vendas diretas ou <em>take away</em>, por exemplo), é de salientar que 42% das empresas conseguiram alcançar acréscimos de vendas superiores a 1%, com 20% dos respondentes a afirmarem que essas subidas foram mesmo superiores a 10%.</p>



<p>A opção por diversificação dos mercados em que estavam presentes foi referida por apenas 9% das empresas, tendo estas apostado sobretudo em produção para novos tipos de cliente no mercado interno (4,5%) e para novos mercados de exportação (3,2%). Em qualquer dos casos, a aposta residiu maioritariamente nos <em>software</em> e nos equipamentos de proteção.</p>



<p>Para conhecer na íntegra os resultados deste estudo, visite o nosso perfil no <a href="http://www.linkedin.com/company/marketing-futurecast-lab">LinkedIn</a>.</p>
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		<item>
		<title>Sinais Vitais comprovam sucesso do teletrabalho</title>
		<link>https://futurecastlab.pt/sinais-vitais-comprovam-sucesso-do-teletrabalho/</link>
				<pubDate>Tue, 02 Jun 2020 09:13:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Frederico Valarinho]]></dc:creator>
		
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				<description><![CDATA[<p>O quinto estudo semanal do Projeto Sinais Vitais, que o Marketing FutureCast Lab está a desenvolver em parceria com a CIP &#8211; Confederação Empresarial de Portugal, debruçou-se sobre o tema do Teletrabalho, um fenómeno que até ao advento da pandemia de Covid-19 tinha um peso marginal no panorama laboral português mas que alcançou um enorme&#8230;</p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[
<p>O quinto estudo semanal do Projeto Sinais Vitais, que o Marketing FutureCast Lab está a desenvolver em parceria com a CIP &#8211; Confederação Empresarial de Portugal, debruçou-se sobre o tema do Teletrabalho, um fenómeno que até ao advento da pandemia de Covid-19 tinha um peso marginal no panorama laboral português mas que alcançou um enorme sucesso, como foi possível verificar neste estudo, que contou com a participação de 954 empresas.</p>



<p>O primeiro dado relevante a extrair deste trabalho, cuja importância para conhecer melhor a realidade das empresas portuguesas está a crescer semana após semana, foi o aumento significativo do número de empresas que estão já em plena laboração. No total, 61% das empresas participantes afirmam estar nesta situação, o que representa um crescimento de 5% relativamente à semana anterior. Se a este valor se juntarem as empresas que estão parcialmente ativas, temos que 95% das inquiridas estão a trabalhar.</p>



<p>Relativamente ao teletrabalho, 63% das empresas respondentes têm características, em termos de atividade, que permitem esta opção e, dessas, 92% adotaram-na. Na maioria dos casos o teletrabalho foi a solução encontrada para apenas uma parte da força laboral da empresa (74% dos casos), mas em 26% das respostas obtidas regista-se que a totalidade dos funcionários passaram a teletrabalho. Isto é especialmente relevante considerando que 62% das empresas não tinham qualquer experiência neste campo mas, ainda assim, 86% das respostas afirmam que os processos internos foram facilmente executados com este modelo.</p>



<p>A produtividade das empresas não foi, aparentemente, penalizada pelo teletrabalho, com 53% dos participantes e afirmarem que se manteve (43%) ou mesmo aumentou (10%). Em apenas 16% das respostas se afirma que terá havido uma redução de produtividade neste &#8220;novo normal&#8221;, com 31% das respostas a dizerem ser ainda cedo para extrair conclusões definitivas.</p>



<p>A aceitação do teletrabalho pelos funcionários foi, pelos resultados obtidos, bastante boa, registando-se 57% de respostas que consideram a aceitação &#8220;elevada&#8221; ou &#8220;muito elevada&#8221;. No polo oposto, apenas 15% classificaram a aceitação como &#8220;pouco elevada&#8221; ou &#8220;nada elevada&#8221;.</p>



<p>Com o regresso generalizado ao trabalho presencial e sendo possível legalmente, 48% das empresas manifestam intenção de manter o teletrabalho e, destas, 50% admitem mantê-lo dois a três dias por semana, com 22% a verem com bons olhos a possibilidade de manterem esta solução como permanente, apenas com idas pontuais à empresa.</p>



<p>Para conhecer melhor os resultados destes estudos, visite a nossa página no <a href="http://www.linkedin.com/company/marketing-futurecast-lab/">LinkedIn</a>.</p>
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		<title>Sinais Vitais analisam investimentos e capitalização</title>
		<link>https://futurecastlab.pt/sinais-vitais-analisam-investimentos-e-capitalizacao/</link>
				<pubDate>Tue, 26 May 2020 09:43:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Frederico Valarinho]]></dc:creator>
		
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				<description><![CDATA[<p>A situação das empresas portuguesas no que diz respeito aos investimentos e à capitalização foi o tema do quarto estudo do Projeto Sinais Vitais, que o Marketing FutureCast Lab está a desenvolver em parceria com a CIP &#8211; Confederação Empresarial de Portugal. Neste trabalho, em que participaram 1.034 empresas de todas as dimensões e dos&#8230;</p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[
<p>A situação das empresas portuguesas no que diz respeito aos investimentos e à capitalização foi o tema do quarto estudo do Projeto Sinais Vitais, que o Marketing FutureCast Lab está a desenvolver em parceria com a CIP &#8211; Confederação Empresarial de Portugal. Neste trabalho, em que participaram 1.034 empresas de todas as dimensões e dos diversos setores de atividade, verifica-se que esta questão preocupa muito os empresários portugueses, ainda sem capacidade para prever o que o futuro lhes reserva.</p>



<p>Esta semana verifica-se a retoma de atividade por parte de mais algumas empresas, em comparação com o que acontecia no estudo anterior. De facto, 56% das empresas participantes estão já em pleno funcionamento (mais 3% do que na semana anterior), a que se juntam mais 38% em funcionamento parcial (mais 1%).</p>



<p>Já no que respeita a investimentos e capitalização, um dos primeiros temas apresentados aos empresários e gestores de topo participantes neste estudo teve que ver com os apoios que as empresas estão a receber. A conclusão imediata é que esses apoios, sejam do Estado português ou da União Europeia, são considerados insuficientes. Assim, 80% dos inquiridos afirmam que as medidas do Governo ficam &#8220;aquém&#8221; (57%) ou &#8220;muito aquém&#8221; (23%) das necessidades. Esse valor tem vindo a baixar muito ligeiramente ao longo das últimas semanas, mas continua bastante negativo.</p>



<p>Relativamente aos apoios da União Europeia, que esta semana foram pela primeira vez avaliados, as opiniões são menos penalizadoras: 56% dos inquiridos consideram esses apoios pouco ou nada adequados, sendo que apenas 5% os consideram adequados.</p>



<p>Em termos dos investimentos que as empresas portuguesas previam fazer em 2020, antes do início da pandemia e da crise económica que dela resultou, a intenção focava-se maioritariamente no aumento da capacidade produtiva (25,7%), nas instalações (16,1%) e na inovação de produtos e processos (13,9%). No entanto, com o advento da Covid-19, verifica-se que na esmagadora maioria dos casos esse planeamento não deverá ser cumprido, já que apenas 18% das empresas afirmam pretender manter a totalidade do investimento previsto, enquanto 40,3% prevêem a necessidade de o reduzir. Pela negativa, quase 42% dos inquiridos deverão suspender ou cancelar totalmente os investimentos este ano, em especial na área da capacidade produtiva (39%) e das instalações (29%).</p>



<p>Observando por dimensão das empresas, a suspensão ou cancelamento total do investimento é uma realidade mais referida pelas microempresas (52%), enquanto, em contrapartida, a manutenção dos investimento previstos é uma intenção sobretudo das médias empresas (23%).</p>



<p>Os principais fatores com peso na decisão de adiar ou cancelar o investimento por parte das empresas são as perspectivas económicas negativas (consideradas como &#8220;importantes&#8221; ou &#8220;muito importantes&#8221; por 83% dos inquiridos) e a redução das encomendas (80%).</p>



<p>Finalmente, 83% das empresas participantes pretenderiam recorrer a instrumentos de capitalização (fundo perdido, capital de risco e/ou instrumentos quase-capital), mas considerariam igualmente importantes os benefícios fiscais ao investimento (62%) e o reforço das linhas de crédito (35%).</p>
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										</item>
		<item>
		<title>Proteção da Saúde em análise no Projeto Sinais Vitais</title>
		<link>https://futurecastlab.pt/protecao-da-saude-foi-tema-do-projeto-sinais-vitais/</link>
				<pubDate>Wed, 20 May 2020 11:23:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Frederico Valarinho]]></dc:creator>
		
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				<description><![CDATA[<p>A Proteção da Saúde foi o tema do terceiro estudo realizado no âmbito do projeto Sinais Vitais, que o Marketing FutureCast Lab está a desenvolver em parceria com a CIP para recolher semanalmente informação precisa e atualizada sobre o que pensam os empresários e gestores das empresas portuguesas e analisar informação quantitativa fornecida pelas empresas&#8230;</p>
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<p>A Proteção da Saúde foi o tema do terceiro estudo realizado no âmbito do projeto Sinais Vitais, que o Marketing FutureCast Lab está a desenvolver em parceria com a CIP para recolher semanalmente informação precisa e atualizada sobre o que pensam os empresários e gestores das empresas portuguesas e analisar informação quantitativa fornecida pelas empresas sobre temas específicos.</p>



<p>No total, participaram no estudo da passada semana 1179 empresas, cerca de 47% das quais da área da indústria e energia e 11% do comércio, que foram os setores com maior número de respostas.</p>



<p>Como é regra destes estudos, antes mesmo de se passar ao tema escolhido para esta semana procurou analisar-se de que forma as empresas evoluíram face aos estudos anteriormente realizados pelo Marketing FutureCast Lab, concluindo-se que o número de empresas em pleno funcionamento subiu para os 53% do total de respondentes (face aos 48% da semana anterior). Este dado não resulta de uma redução do número de empresas parcialmente encerradas (que se manteve nos 37%), mas antes de uma significativa descida no número de empresas encerradas (de 15% para 10%).</p>



<p>No que diz respeito especificamente às medidas de proteção da saúde, a primeira questão abordada no estudo foi a do teletrabalho, observando-se que 58% das empresas inquiridas têm atividades que permitem esta opção. Destas, a quase totalidade optaram efetivamente pelo teletrabalho (98%), sendo que 83% o fizeram para a totalidade dos funcionários e apenas 17% para uma parte deles.</p>



<p>A higienização das mãos é outra medida quase consensual entre as participantes neste estudo. De facto, 99,6% das empresas têm locais adequados para a lavagem das mãos, enquanto 98% asseguram dispensadores de soluções antisséticas de base alcoólica com&nbsp;recarregador. Já quanto a procedimentos específicos de lavagem das mãos para visitantes externos, há ainda 5% dos participantes que não adotaram tal medida.</p>



<p>Relativamente a medidas de distanciamento físico para proteção da saúde, regista-se que 96,4% das empresas instituíram procedimentos de manutenção de distância mínima entre trabalhadores, enquanto 87% disponibilizam máscaras, exigem o seu uso ou criaram barreiras físicas no caso dos visitantes externos.</p>



<p>Na generalidade, as empresas portuguesas dão nota positiva às medidas tomadas pelo Governo e/ou pela Direção Geral de Saúde para proteção da saúde nas empresas, com 47% a considerá-las &#8220;razoavelmente adequadas&#8221;, 39% &#8220;adequadas&#8221; e 2% &#8220;muito adequadas&#8221;.</p>
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		<title>Layoff Simplificado foi tema de estudo no projeto Sinais Vitais</title>
		<link>https://futurecastlab.pt/layoff-simplificado-foi-tema-de-estudo-no-projeto-sinais-vitais/</link>
				<pubDate>Thu, 14 May 2020 11:09:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Frederico Valarinho]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Home Page]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>O layoff simplificado foi o tema do segundo estudo semanal no âmbito do projeto Sinais Vitais, que o Marketing FutureCast Lab está a desenvolver em parceria com a CIP para recolher informação credível e atualizada sobre o que pensam os empresários e gestores de topo das empresas portuguesas e analisar informação quantitativa fornecida pelas empresas&#8230;</p>
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<p>O <em>layoff</em> simplificado foi o tema do segundo estudo semanal no âmbito do projeto Sinais Vitais, que o Marketing FutureCast Lab está a desenvolver em parceria com a CIP para recolher informação credível e atualizada sobre o que pensam os empresários e gestores de topo das empresas portuguesas e analisar informação quantitativa fornecida pelas empresas sobre temas específicos.</p>



<p>No total, participaram neste estudo 1451 empresas, cerca de 42% das quais da área da indústria e energia, 14,5% do comércio e 6,1% do alojamento e restauração, que foram os setores mais representados.</p>



<p>Apesar de o ponto de partida deste estudo ser o <em>layoff</em> simplificado, considerou-se relevante avaliar de que forma, em termos gerais, as empresas evoluíram na semana que mediou entre os dois inquéritos levados a cabo pelo Marketing FutureCast Lab, concluindo-se que o número de empresas em pleno funcionamento baixou de 49,8 para 48,2% do total de respondentes. Este dado vai ao encontro do crescimento do número de empresas parcialmente encerradas (33,8 para 37,1%), ainda que se registe uma animadora descida no número de empresas encerradas (de 16,4 para 14,7%).</p>



<p>Já relativamente ao recurso ao <em>layoff</em> simplificado, regista-se uma clara polarização de opções. Se é certo que 48% das empresas participantes já pediu a adesão a esta medida governamental, por outro lado verifica-se que 44% dos inquiridos não pediram nem pensam vir a pedi-lo no futuro. Numa zona intermédia colocam-se os restantes 8% de empresas, que ainda não aderiram ao <em>layoff</em> mas admitem poderem vir a fazê-lo.</p>



<p>No que respeita ao período de <em>layoff</em> simplificado, verifica-se que perto de 93% recorreram a esta medida por um período de 30 dias &#8211; uma vez que, do total, quase 33% solicitaram em Abril a renovação da medida inicialmente tomada em Março. Em perto de 31% das empresas participantes o <em>layoff</em> atingiu menos de 20% do total de funcionários, enquanto em 25% dos casos abarcou a totalidade da força laboral da empresa.</p>



<p>Do total de empresas que solicitaram <em>layoff</em> simplificado, apenas 4% admitem não ter conseguido cumprir os compromissos salariais para com os seus funcionários, enquanto 84% dizem ter cumprido na íntegra esses compromissos.</p>



<p>Foram obtidos resultados muito interessantes a respeito da avaliação, por parte das empresas, do <em>layoff</em> simplificado e da sua implementação no contexto que estamos a atravessar. Assim, quase 80% das inquiridas avaliam favoravelmente a medida (33% consideram-na &#8220;adequada&#8221; ou mesmo &#8220;muito adequada&#8221;), havendo menos de 4% que a consideram &#8220;nada adequada&#8221;. Em contrapartida, a implementação não tem uma avaliação tão positiva, com perto de um terço das inquiridas a considerarem-na pouco ou nada adequada.</p>



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